Marcos Oliveira e o verdadeiro baile que a Câmara de Itabaiana, sob seu comando, deu no jurídico da Deso

Os vereadores de Itabaiana estão comemorando a liminar que suspende a cobrança da taxa de esgoto no município como sendo uma vitória do povo. Tá certo, pois é politicamente correto agir assim. Mas AndersonsBlog vai direto ao ponto: a vitória é dos vereadores, pela união em torno de um tema universalmente importante, e, principalmente, da própria Câmara de Vereadores e de seu corpo jurídico. Assim, por consequência, o nome a ser celebrado pelo povo de Itabaiana é o do presidente do legislativo municipal, vereador Marcos Oliveira (DEM). E sabe porque, leitor e leitora? Simples: Marcos, apesar da sua pouca idade – 32 anos completados no último dia 11 – é um daqueles devoradores vorazes dos compêndios jurídicos que conduzem o Estado Democrático de Direito ao seu funcionamento pleno. Traduzindo: Marcos entende de Direito como poucos, se aprofunda, também como poucos, nos temas a que se propõe e não sossega enquanto não tiver uma solução a contento e estritamente baseada no que a lei manda e permite. Por isso mesmo que a peça apresentada a Justiça, oriunda da Câmara itabaianense, sob os olhares e rigores de Marcos, pode ser considerada um primor. E não se trata de considerar que a Deso perdeu, não! O fato é que o pedido de tutela antecipada pela suspensão da cobrança da taxa de esgoto foi tão bem feito, mas tão bem feito que, forçosamente, é preciso admitir que foi o pleito que venceu por estar coberto pelo bom Direito. E isso, convenhamos, só acontece quando um operador do Direito muito qualificado está por trás de seja qual for a ação, né isso? Aí, decisão tomada pela suspensão da cobrança, um dileto amigo de AndersonsBlog tirou uma onda, dizendo que convidaria Marcos Oliveira para um café com o presidente da Deso e o governador. O blog achou graça, mas depois se pegou a pensar: bem, como um reconhecido operador do Direito, o governador Belivaldo Chagas (PSD) pode até querer tomar um café com Marcos Oliveira, mas para parabeniza-lo pela consistência da peça apresentada. Só que a sede de Belivaldo, no momento, deve estar concentrada mesmo é em chamar para servir um café – frio, amargo, temperado com sal – ao presidente da Deso, Carlos Melo, por conduzir de maneira tão desastrosa os passos jurídicos da empresa estatal, né não?

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