Sobre as fake news que tentam prejudicar a gestão de Sérgio Reis, a cidade Lagarto e sobre a falsa sensação de que a internet é ‘terra sem lei’

Na semana passada aconteceu a prisão de um cidadão chamado Jeanilson Oliveira Silva. Na verdade, ele foi preso por descumprir medida cautelar e ter atacado o delegado Hilton Duarte nas redes sociais. Após ter concedida a sua liberdade provisória, ficou acordado que ele deveria passar o período de um ano, pelo menos, sem utilizar redes sociais – algo que, dias depois, ele voltou a fazer e, por isso mesmo, deve novamente responder em juízo.

E porque AnderSonsBlog começa falando desse caso para chegar até uma terrível tragédia em curso na sociedade moderna e que aflige brutalmente a sociedade lagartense, que são as fake news? Porque foi essa mesma pessoa que em março do ano passado disse que “descarregaria uma pistola na cara” do então deputado estadual Sérgio Reis (PSD), à época pré-candidato a prefeito de Lagarto.

E sabe em quê, leitor e leitora, se ‘baseou’ o chamado Jean para fazer essa grave ameaça? Em uma fake news! É que desde 23 que a então prefeita Hilda Ribeiro (Republicanos) já havia sido interpelada judicialmente para parar com a farra de contratações sem concurso e sem processos seletivos. Como a farra não parou, inclusive a Justiça determinou que a então prefeita tivesse seus cartões de crédito bloqueados e sua CNH suspensa. Diante da penalização, finalmente Hilda obedeceu a decisão judicial e iniciou as demissões. E aí é que a ‘porca torceu o rabo’, pois as ‘mentes’ do entorno da prefeita iniciaram o espalhamento de uma fake news de que seria Sérgio, e não a Justiça, que tinha obrigado a prefeita a fazer as demissões.

À época, por sinal, Lagarto tinha mas CC’s do que Aracaju! Um absurdo! Mas se alguém pensa que as fake news ficaram no passado lagartense, ledo engano. Já nesse ano, a chamada ‘milícia digital’ – apoiada até por alguns órgãos de imprensa –, começou a ‘bater’ na gestão de Sérgio Reis por este ter enviado à Câmara de Vereadores uma reforma administrativa para a criação de cargos na gestão pública lagartense. Acontece que, ao invés de exaltarem esse ato do prefeito como o que ele é, ou seja, destacando a transparência na gestão, os ‘milicianos digitais’ espalharam fake news como se o projeto fosse uma repetição da farra de contratações que Lagarto vivia na gestão anterior.

Mas não para por aí, não! Infelizmente até portais e perfis nas redes sociais, comandados por jornalistas se propuseram ao jogo sujo das fake news, sendo que um deles chegou a postar, mas depois apagou, que uma digital influencer local havia sido nomeada na gestão por ter “comido o bacalhau de Sérgio” – pense numa coisa abjeta, misógina e machista essa, viu? Já um outro portal, no afã de criticar Sérgio, recentemente bateu na tecla que a realização do Lagarto Folia, entre 19 e 21 de abril, seria uma espécie de “desrespeito às tradições católicas” lagartenses, obviamente omitindo que sábado, 19, de Aleluia, é quando os católicos fazem e participam tranquilamente de festas, domingo, 20, é de Páscoa e também é aniversário de Lagarto, e segunda, 21, é Tiradentes, feriado nacional. Ou seja: é fake news em cima de fake news.

Mas o que é ruim também pode piorar: uma emissora comercial de rádio lagartense, ligada ao agrupamento político do deputado federal Gustinho Ribeiro, também do Republicanos, já disse em um de seus horários ‘jornalísticos’ que uma médica que atende na rede municipal havia ‘acusado’ um pai de ter abusado sexualmente da própria filha – e a médica está processando o radialista em questão. E esse mesmo radialista foi responsável pelo espalhamento de uma fake news pra todo o estado, numa história escabrosa que deixa qualquer lagartense envergonhado, pois este que vos tecla, nascido na querida Lagarto, ficou horrorizado com uma entrevista que o dito cujo deu na Rio FM de Aracaju afirmando, categoricamente, que Lagarto estava em “estado de choque porque o prefeito Sérgio e sua vice teriam pedido 30 dias de afastamento”, quando, na verdade, o projeto enviado à Câmara tratava de regulamentar futuros pedidos de afastamento dos cargos devido a possibilidade de viagens para a atração de investimentos para o município. Quer dizer, é fake news em cima de fake news e em cima de fake news novamente!

E a conclusão desse triste espetáculo de horrores e de mentiras em Lagarto é uma só: os liderados são espelhos de seus líderes. Sim, porque o próprio Gustinho Ribeiro e a própria Hilda Ribeiro também estão ligados a claras fake news!

Senão, vejamos: o deputado federal já foi as suas redes para afirmar, mas sem provas, que o prefeito decretou estado de emergência financeira na gestão pública lagartense por “querer fazer contratos sem licitação”. Dizer isso e não ter provas é fake news, minhas gentes! Aliás, esse tipo de postura de Gustinho não surpreende, posto que ele presidiu, em 23, a CPI das Americanas na Câmara e não ‘identificou’ um só culpado e nem um crime, ainda que o rombo no mercado financeiro tenha sido de bilhões de reais. Resultado? Esta semana o Ministério Público Federal (MPF) denunciou 13 ex-executivos das Americanas por fraudes que visavam “inflar artificialmente os lucros e manipular o mercado de capitais”. É brincadeira um negócio desses?

Já a ex-prefeita fez vídeo em suas redes sociais dizendo que não deixou de pagar a ninguém na sua gestão. E como é que Sérgio teve que pagar professores e outros servidores em relação ao mês de dezembro, pois o salário destes não caiu na conta no final da gestão passada? E, pra fechar, na semana passada, com o início das obras da Sergas para levar gás encanado para Lagarto, a ex-prefeita foi dizer que foi ela que conseguiu isso, sendo que a expansão do gás para o interior sergipano se trata de uma estratégia da própria empresa. Então, durma com um barulho desses?

Pra encerrar, uma análise bem direta e voltada para quem acolhe e espalha fake news em Lagarto – dentre as quais até o absurdo de mentiras sobre compras de fazenda e até de iates –, pois é preciso se ligar e perceber que a defesa de um grupo político, seja ela qual for, tem que ser baseada nas qualidades desse mesmo grupo. E que os ataques a adversários, sejam eles quais forem, têm que ser fundamentados na verdade. Fora disso, tudo o mais é fake news e quem as reproduz pode ser enquadrado tranquilamente nas chamadas ‘milícias digitais’ e, por fim, sofrer as sanções da lei.

Liberdade de opinião é uma coisa e informações mentirosas que visam somente atacar por atacar é outra coisa bem diferente!

E podem crer: quando a lei alcança ‘milicianos digitais’, produtores e espalhadores de fake news, tenham certeza que essa mesma lei não alisa e que lideranças políticas não vão pagar indenizações e nem tirar ninguém da cadeia, não, viu? Pois quando a fatura chega, leitor e leitora, o que mais se vê é gente tirando o ‘corpinho de banda’, né verdade? Portanto, se liguem! E tenhamos dito!

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